domingo, 15 de abril de 2012

Selinho

Boa noite !

Ganhei esse lindo selo e agradeço pelo presente do Anderson Rodrigues do blog Passos no Atlântico: http://passosnoatlantico.blogspot.com.br/  ! Espero que gostem de conhecer um pouco mais sobre mim !










1. Quando surgiu a idéia de criar seu blog?

Em 2011... Me apaixonei por alguém, aí as palavras fluíam da minha mente para o computador e eu precisei dividir e homenagear essa pessoa. Jamais pensei que poderia chegar a tantos poemas e desenvolver uma história, mas fui muito incentivada, adulada e principalmente inspirada a começar.


2. Origem do nome do blog.

Mais pelo conteúdo do blog, onde meus sonhos ganham vida e cor.


3. Você tem outros blogs além desse?

Tenho tumblr, mas blog é somente este.


4. Já pensou em desistir alguma vez do seu blog?

Desejei desistir de tudo alguns dias atrás, mas quando algumas pedras no caminho nos atrapalham, tentamos sair sempre pelo caminho mais fácil ao invés de lutar, já desisti e perdi muita coisa, não vou desistir do meu blog.


5. Mande uma mensagem para os seus seguidores.

Primeiramente gostaria de agradecer ao meu mais fiel seguidor, que visita todos os dias, comenta e inspira a continuar e que me deu este selinho também Anderson Rodrigues *-*
Aos meus outros seguidores, agradeço as visitas, e por deixar seu nome e fotinho aparecendo ali ao lado me incentivando a escrever mais, e por favor quando acharem que extrapolei avisem assim posso tentar melhorar sempre.


Sobre a blogueira:



1. Uma música:  My Immortal - Evanescence
2. Um livro:  Vidas Secas – Graciliano Ramos
3. Um filme:  Sou apaixonada por filmes, uma injustiça pensar em um nome... Cidade dos Anjos
4. Um hobby:  Dançar.
5. Um medo:  Acordar e ver que voltei ao meu pior pesadelo.
6. Uma mania:  Tamborilar os dedos na mesa.
7. Um sonho: Ser dona do meu próprio destino.
8. Não consigo viver sem: Música.
9. Tem coleção de alguma coisa? DVD´s, CD´s, Livros, Sapatos, Bolsas.
10. Gostaria de fazer alguma pergunta para os próximos participantes?  Não.
11. Do que mais gosta do seu blog?  A oportunidade de me expor de uma forma que nunca consegui.
12. O que mais te influencia?  Minhas emoções me influenciam, as pessoas ao meu redor, uma música. 



Deveria indicar dez blogs, mas os blogs que gosto e sigo já foram indicados... Então mais uma vez obrigado Anderson Rodrigues !






sábado, 7 de abril de 2012

Pedaço de Mim..

Boa noite,

Os dias são engraçados, e em cada um deles pode algo marcar sua vida e você levar para sempre contigo esta data, comigo são dias como hoje. Onde posso sentir a mescla de amor e dor, onde posso ver o que tive e me foi tirado... Apreciem !









Amor incalculável
Saudade inacabada
Substituição impossível
De um amor puro e divino
Que em meu ventre se criou
Que minha vida preencheu com cor
Aonde finalmente conheci o amor
Pedaço de mim
Vida sem fim
Porque onde estiver
Meu coração contigo está
Porque és minha 
E de mim ninguém há de arrancar
O prazer de te sentir
A felicidade de sua pele tocar
E nos poucos instantes
Saber que apenas em ti
Meu amor viverá
Que além das estrelas 
Esse amor está a me confortar
A me fortalecer
Mostrando caminhos
Guiando meu destino
Para um fim derradeiro
Onde espera apenas o momento
De uma nos braços da outra estar
Para enfim meu coração em paz
Descansar....










quinta-feira, 29 de março de 2012

Apenas Um Acidente

Boa noite !

Apesar da correria a Polly continua sua caminhada e lhe convida a participar.... Espero que apreciem !







CAPITULO 20



O dia de trabalho estava cansativo e estressante na montagem do ambiente para a mostra na Casa Cor. Melhorou somente quando vi Miguel caminhando hesitante entre os stands com sacolas de lanches na mão.

Deixei meu material no balcão e avancei em sua direção, quando nossos olhares se encontraram, senti meu coração se apertar, não sei o que nos conectava desta forma, mas sei que ele não estava bem.

- Oi você. Esta tudo bem amor? – perguntei assim que nos aproximamos.

- Ah, sim, sim estou bem – ao desviar o olhar pude sentir que mentia, mas não insisti no assunto. - Então, tá com fome? Tem um tempinho pra gente lanchar?

- Tenho sim e já estava morrendo de fome mesmo. – respondi, tentando soar alegria por cima da apreensão que meu coração ficava por suas atitudes.

Não desejando invadir sua privacidade não questionei o motivo do incomodo que transparecia em seu olhar. Pegando a mão que me estendia, o segui ate o estacionamento. Entramos no carro e ele me passou o lanche, apontou para o suporte de copos onde continha dois copos.

- Que horas tu acha que acaba por aqui?

- Eu já estava pensando em ir para casa, minha parte já esta feita.

- O que tu acha de passar o resto do sábado e o domingo na baixada?

- Serio?

- Sim, ai nós podemos espairecer um pouco.

- Por mim tudo bem. - não podia recusar ao ver seu olhar triste, seria bom termos mais essa folga.

- Maravilha. Come tudinho pega suas coisas e vamos dar o fora daqui.

- Nós não vamos passar na minha casa?

- Não, já passei por lá e com muito esforço convenci a sua mãe - ele disse apontando com o polegar para o banco traseiro onde tinha duas bolsas de viagem. - ela fez essa bolsa com tudo que tu vai precisar. - finalizou com um sorriso tenso que não alcançava seus olhos.

O caminho ate São Vicente foi silencioso, tentei iniciar uma conversa muitas vezes, mas Miguel me respondia de forma monossilábica até que desisti e fiquei observando a paisagem pela qual passávamos.

Acabei adormecendo e sendo despertada somente quando chegamos à mesma pousada que passamos uma semana alguns meses atrás.

Ficamos no mesmo quarto, quando a porta se fechou atrás de mim, virei-me e vi Miguel vindo determinado em minha direção despindo a camisa e com uma fome no olhar como nunca havia visto antes.

Despiu-me com avidez, deixando somente minha calcinha, observei seu peito nu, minhas mãos deslizaram por seus braços enquanto ele se curvava para colar sua boca na minha, suas mãos deslizando do meu pescoço aos meus seios, pressionando-os levemente como se sentisse seu peso.

Beijava-me com voracidade, suas mãos rápidas desceram para minha cintura, segurando firme me ergueu para seu colo, minhas pernas automaticamente enlaçaram sua cintura e Miguel caminhou até a grande cama no centro do quarto.

Senti o colchão nas minhas costas e seu peso sobre mim, senti o tecido da minha calcinha se rasgando enquanto ele separava sua boca da minha e trilhava um caminho de beijos, mordidas e lambidas pelo meu corpo.

- Assim tu vai acabar com todas as minhas calcinhas.

- Elas me separam do que quero, desculpe - disse sem interromper a doce tortura que me proporcionava.

Quando se posicionou no meio das minhas coxas, senti a antecipação do seu hálito quente contra meu sexo e estremeci.
O toque de sua língua contra minha carne foi tão prazerosa que pude somente gemer, Miguel me saboreava como se eu fosse um doce suculento, sentia meu corpo dar espasmos com o prazer proporcionado pelo seu toque.

 - Vem aqui amor – supliquei entre gemidos. – me deixa te provar também.

Miguel se levantou, sem nada dizer e terminou de se despir, puxou-me para a ponta da cama e me ajudou a sentar.
Seu membro mostrava-se grande e orgulhoso a minha frente, passei a língua pelos lábios em antecipação.
O envolvi com ambas as mãos antes de deslizar a língua vagarosamente por todo o seu comprimento, sem desviar meu olhar do seu, abri meus lábios e o saboreei.
Fechando os olhos e jogando a cabeça para trás ele gemeu, seu quadril automaticamente balançando no ritmo das minhas idas e vindas.

- Cachos, assim não vou conseguir passar daqui – ele me disse sorrindo e se afastando de mim. – e não adianta fazer biquinho.

Colocando-me no centro da cama e deitando-se sobre mim, o olhar de Miguel entristeceu.

- O que foi amor?

- Pollyana... – droga, meu nome, ele nunca dizia meu nome. -... Eu te amo como eu nunca amei ninguém, tu sabe disso.

- Sei, e eu te amo assim também.

- Eu não consigo mais ficar longe de ti, quero chegar em casa e te encontrar, quero fazer amor contigo quando quiser, quero dormir ao seu lado e acordar contigo todos os dias.

- É por isso que tu está triste?

Com o olhar cauteloso para mim antes de se levantar, Miguel foi até sua mala virou-se para mim e disse:

- Fecha os olhos.

Apreensiva tentei sorrir e fechei os olhos sem questionar, depois de alguns segundos senti o colchão afundar com seu peso e algo repousar em meu seio nu. Abri os olhos quando ele ficou em silêncio e vi um porta joias de veludo negro, instantaneamente olhei para Miguel.

- Pollyana Cristina Lemos, me dá a honra de se tornar a Sra. Pollyana Cristina Medeiros, tu quer se casar comigo?

Por um minuto apenas tentei me lembrar como se fazia para respirar, isso devia ser um sonho é isso, senti as lágrimas descendo por meu rosto.

- Sim... – respondi com a voz entrecortada pela emoção. – por Deus eu aceito meu amor.

Miguel abriu o porta joias e dentro continha uma linda aliança de ouro, tinha como detalhe por toda sua extensão correntes que se entrelaçavam formando o símbolo do infinito.

Enquanto colocava a aliança em meu dedo anelar e cobria totalmente meu corpo com o seu, me penetrando com urgência, enquanto nossos corpos se movimentavam em harmonia, até o êxtase se apossar de nós dois e sentir sua semente se derramar dentro de mim nos tornando mais uma vez um só corpo, alma e coração.







quinta-feira, 15 de março de 2012

Meu Vicio... de Você

Boa noite,

A correria da vida ultimamente me impede de postar constantemente, mas nem por isso abandonei tudo. Aos pouquinhos vou me organizando e cuidando para colocar aqui como sempre mais um pedacinho de mim, agradeço as visitas e o apoio eterno de muitos. Espero que apreciem










Meu vicio,
Por tantas vezes dispendioso.
Vicio esse que toma completamente meu ser
Leva meu julgamento
Acende meu desejo.
Você
Aquele que minha boca anseia,
Aquele pelo qual meu corpo queima
Em um vicio constante, de uma
Dor incessante
Saciada apenas no calor do teu ser.
Homem ciumento
Sem o qual não sei ser.
Sempre me prendendo no,
Meu vicio de você.
Você,
Que minha alma carrega,
Que minha calma exaspera,
Que minha paz quer levar.
Você,
Que meu coração roubou,
Que meu juízo expulsou
E meu ser não quer abandonar.
Você,
Que me carrega na tempestade
Que me protege da infelicidade,
Alimentando
Meu vicio de você,
Que me leva a loucura
Quem me deixa biruta
E mesmo assim
Não me libera do
Meu vicio de você....





sábado, 25 de fevereiro de 2012

Apenas Um Acidente

Boa tarde de Sábado !

Algumas semanas de folga mas Polly volta com tudo, então aos que apreciam a história divirtam-se e aproveite bem a leitura !







CAPITULO 19


O olhar admirado e possessivo que Miguel me dava, fez com que me sentisse muito mais linda do que era.

Ele mesmo com seu jeito descontraído e despreocupado é lindo, e por onde anda, chama atenção, se quero ficar com ele, tenho que ao menos tentar estar no mesmo nível que as garotas que ele estava acostumado a se relacionar.

- O que tu acha de ir em uma festinha nesta sexta?

- Festa de quem?

- De uns conhecidos meus?

- Não sei Miguel, não conheço muito bem seus amigos, e se eles não gostarem de mim?

- Nesse caso, eles não são meus amigos, e o importante, é que eu gosto de ti, e a opinião de ninguém muda isso. – Ele me respondeu de modo ameaçador.

Quando estávamos juntos, o mundo não importava realmente, mas socializar com desconhecidos, para mim era muito incomodo.

Mesmo detestando o que disse a seguir, não poderia privá-lo da companhia dos amigos ou qualquer outra atividade que estava acostumado a fazer.

- Faremos assim, depois que tu me deixar em casa, vai nessa festa, o que acha?

- Acho uma péssima ideia ir sem ti. - respondeu resignado.

- Esqueceu que no sábado eu tenho que estar cedo no estágio?

- Esqueci, mas deixa pra lá, melhor não ir mesmo. – respondeu franzindo o cenho.

- Se tu quer ir, por favor vai, eu não vou me incomodar. – mas meu coração martelava descompassado, como se algo me avisasse que era um erro. Porém com não poderia confiar nele ?
 - Tem certeza?
 - Tenho.

Nos despedimos na porta da minha sala, fiquei observando o seu caminhar até o final do corredor, quando ele se virou e me deu aquele sorriso doce que me derretia a todo instante.

Como alimento para os meus pesadelos, a bendita sexta-feira chegou rápido demais. Tentei ficar o mais calma possível quando entrei em seu carro e senti o cheiro do seu perfume intensificado, o sorriso aberto e lindo como sempre, seu cabelo ainda úmido e penteado de forma despojada.

Usava uma calça jeans preta, um all star igualmente preto e uma camisa branca que delineava os músculos dos seus braços e peito. Estava simplesmente lindo.

- Oi você!

- Oi você amor.

Nosso beijo começou leve e doce, até que Miguel me puxou para seu colo, colando nossos corpos e me apertando em seus braços. Suas mãos passeavam por minhas coxas, costas e cintura. A urgência do seu beijo começava a incendiar meu corpo.

- Nossa! Tudo isso era saudade? - lhe disse recuperando o folego e sorrindo.

- Tu não imagina Cachos - me respondeu enquanto pegava uma mecha do meu cabelo e enrolava no dedo. - Mas vamos embora, antes que mais uma vez a ideia de te raptar passe pela minha cabeça e desta vez eu a execute.

Acomodei-me no assento do passageiro e ele ligou o carro para começarmos nosso caminho para a faculdade. Sentia que minha noite seria terrível.

- Miguel-

A ideia de ir nessa festa foi a pior merda de ideia que eu já tive. Principalmente porque a Polly não me acompanharia, mas confesso que estou indo de birra, porque às vezes parece que ela não se importa muito comigo.

O apartamento da Carol era amplo e da sacada já se via muitas pessoas bebendo e dançando. Passei pela portaria sem problemas, já era frequentador conhecido, antes que pudesse alcançar os elevadores um furação em forma de Carol usando um vestido estupidamente curto e colado me enlaçou pelo pescoço.

- Oi Mi! Não acredito que você veio.

Dando um gritinho estridente colou sua boca a minha com força. Tentei me afastar, aquela boca estava errada na minha. Mas meu corpo começou a reagir, e essa reação fez eu me sentir ainda pior por esse beijo, Pollyna não merecia ou precisava disso.

- Tá maluca Carol? - a empurrei limpando batom que sentia manchando meus lábios.

- Que horror Mi! Você costumava gostar quando eu te recebia assim.

- Porra Carol! Tu sabe que eu tenho namorada, isso não rola mais.

- Mesmo? - ela disse, olhando ao redor como se procurasse por Pollyana. - Não estou vendo nenhuma namorada por aqui.

Antes que tivesse a chance de responder fui puxado para os elevadores, de onde já se ouvia as batidas da música vinda do apartamento.

O local estava repleto de pessoas dançando, bebendo e conversando alto, olhei para os lados e vi alguns casais se agarrando além da decência e me arrependi ainda mais de ter vindo sem a Pollyana.

- Vamos dançar Mi!

- Carol, prefiro peg...

Novamente arrastado acabei no meio da sala, com a Carol rebolando e se esfregando em mim, no que eu achava ser um tipo de dança.
O resto da noite foi apenas um borrão, depois da primeira cerveja, sei apenas que dancei, conversei muito, e continuei bebendo mais. Discuti com a Carol por esconder as chaves do meu carro.

Depois disso não lembro de mais nada, somente a sensação de um corpo suado colado no meu, mãos, boca passeando pelo meu corpo e o ritmo de sexo alucinado, que no fundo eu sentia ser errado, pois eu não fazia mais assim, agora era um amor sincronizado com meu coração, me sentia apenas vazio, o que acontecia era somente o reflexo do meu corpo que continuava a ação antes que eu caísse no esquecimento.

*****

Acordei sentindo o corpo quente e macio de Pollyana abraçada a minhas costas, me virei para abraçá-la quando tudo começou a voltar à minha mente, a festa, a bebida, Carol... Meu Deus, que merda eu fiz?

Tentei me desvencilhar do abraço de Carol, mas ela grudava cada vez mais e começava a me sufocar.

- Hei amor, qual a pressa? Hoje é sábado... - disse com a voz sonolenta.

- Eu tenho que ir.

- Fica vai, aquela ratinha não vai querer nada com você mesmo depois de ontem.

Com isso empurrei com força me libertando do seu agarre e me levantei procurando minhas roupas.

- Quando tu se referir a minha mulher - pausei para segurar meu ódio e não esbofeteá-la como queria. - se refira com respeito, porque ela não é do teu tipo, me entendeu?

Não esperei resposta, não suportava ficar no mesmo ambiente que aquela guria, não suportava ficar no mesmo ambiente comigo. Corri de volta para meu carro e retirei o celular do bolso e vi que tinha chamadas perdidas e uma mensagem de texto que me fez sentir como o pior ser humano na terra.

 “Oi vc, tu deve ter esquecido o celular no carro, queria apenas lhe dizer o quanto o amo e lhe desejar uma boa noite, caso tu beba E precise de carona, me ligue que vou lhe buscar. Amo-te".

- Estupido - comecei a repetir enquanto batia a cabeça no volante do carro. - To mais do que ferrado, que merda eu fiz?






segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Jardin d'amour...

Boa noite,

Poema com causa e pedaço do coração não de uma mas de duas mães com perda no coração, mas com muito a agradecer, pelo simples fato de um dia lhes conceber... Amo-te malvadinha.







Sinal de amor
Pedaço da minha carne
Meu sangue a fluir.
Anjo imaculado
Somente em meu ventre amado
No céu dos arcanjos 
Sempre a brilhar,
A repousar
E mostrar a mãe 
Que em mim sempre habitará
A mãe que para seus irmãos hei de ser
Aquela que em cada abraço
Em cada afago
Em cada beijo molhado
Há de lhe amar.
Ser de luz infinita
Que faz meu coração palpitar.
Em meio as tempestades
Traz-me cor ao derramar seu amor
Anjo cheiroso
Com o amor que a ti reservei
Hei sempre de idolatrar
O quanto 
És preciosa
A mais bela flor
Em meu jardim de amor
Para completar
Ganhaste uma companheira Flor
Meu anjo de amor
Tão amada e desejada
Quanto você foi
Cuide dela meu amor
Ensina a brilhar
E a iluminar 
Mais uma mãe cheia de amor
Que para trás na dor
Da separação ficou
E agora apenas anseia
Que essa Flor
Brilhe em no Jardim de Amor...




sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Apenas Um Acidente

Boa Madrugada !

Eu tardo, porém não falho, então assim posto mais um capitulo da Polly. Espero que apreciem !






CAPITULO 18


Miguel


Não sei o que incomodava Pollyanna, mas podia sentir sua angustia como se fosse minha, e isso estava acabando comigo, pois eu sentia mágoa por ela não confiar plenamente em mim e me sentia inútil por não conseguir afastar todas as tristezas da vida dela.

Depois de mandar a mensagem fui, para o notebook ao lado da minha cama. Verifiquei meus e-mails e entrei no Messenger, com esperança que a Polly estivesse on, mas antes que pudesse verificar meus contatos on line, uma janelinha de conversação se abriu:

- Oi Mi, saudades...

- Olá Carol.

- Tá tão difícil falar com vc ultimamente, seu chicletinho não desgruda mais... rsrsrs

- Minha mulher tem nome Carolina.

- Oh me desculpe! Mas estou com saudades, me fala o que tem feito, como vc está...

- Bem e feliz, e tu como está?

- Sozinha e com saudades das nossas noites, passa por aqui vai...

Fiquei olhando para aquela última mensagem, apesar da Carol ser uma guria bonita, ela não tinha o mesmo encanto, ou o mesmo brilho doce e inocente que tinha nos olhos verdes de Pollyana.

Carol tinha um tipo de feitiço mais carnal, o tipo que eu costumava me envolver e que depois de uma transa queria somente me afastar, não tinha nada em mim além do meu corpo para dividir com ela.

- Mi, está aí ainda?

- Sim estou.

- Então, o que acha de vir aqui na sexta, darei uma reunião intima, o que acha?

- Não posso, já tenho planos.

- Ah, vem e pode trazer a ratinha! rsrsr

- Como? Porra Carol! Dá pra respeitar?

- Certo, certo, me desculpe novamente nervosinho! Mas vem por favor, mesmo que seja com ela.

- Vou pensar, xau.

Desliguei tudo na raiva, garota invejosa, que droga, não podia permitir que falasse assim da minha mulher. Era melhor ir e dormir, porque há essa hora, era o que meu anjo estava fazendo.

**

Esperando por Pollyana na frente do seu prédio, sentia uma euforia juvenil. No momento em que ela cruzou a portaria, me inebriei com sua imagem. Ela usava um vestido preto com mangas compridas, o corpete se ajustava aos seus seios em um decote recatado mas delicioso, delineando seu tronco até a cintura, onde se abria a saia rodada que ia até acima dos joelhos. Uma fina faixa branca rodeava a barra do seu vestido destacando-se sobre o preto do traje.

Seus cabelos estavam soltos, e os cachinhos sedosos pareciam pular a cada degrau que descia, seu sorriso parecia iluminar a rua que começava a escurecer, e tinha o poder de fixar meu olhar somente nela.

- Oi você!

- Oi você, amor. Onde tu pensa que vai linda desse jeito?

- Para o mesmo lugar que tu, seu bobo!

- É, mas eu não vou assim para a faculdade!

Disse em tom de brincadeira, mas o apagar do seu sorriso me fez ver que a deixei em dúvida.

- Tu acha que exagerei?

- Não amor! Tu está linda, o único problema, será os corpos que eu vou acumular se alguém se engraçar contigo.

- Seu bobo, o único que me nota ou acha bonita é você, ninguém vai me olhar.

- É o que eu espero, realmente espero. - disse entre dentes, contendo meu ciúme.

Minha previsão se confirmou, e cada maldito cara que passa por nós dava uma segunda conferida, estávamos perto do prédio de arquitetura quando fomos interrompidos.

- Ué Mi, já trocou?

Nos viramos e vimos o sorriso de deboche de Carol se congelar.

- Ora, ora! Quem diria Ratinha? Acho que lhe subestimei!

Dizendo isso, Carol se afastou forçando no rebolado.

- O que foi isso Cachos?

- Sinceramente não sei também Miguel. – Me respondeu desviando o olhar.

Ao chegarmos na porta da sala, olhei para esses olhos, esse sorriso que amava por alguns minutos, antes de criar coragem e sair, poderia ser bobo, mas até essa distância de um prédio ao outro doía.